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Museu Keil Amaral acolhe exposição “Pitum Keil Amaral”

Museu Keil Amaral acolhe exposição “Pitum Keil Amaral”
Exposição reúne, a partir do dia 4 de julho, a obra de um autor marcado pela criatividade, pelo humor e pela sensibilidade artística

O Museu Keil Amaral inaugura, no próximo dia 4 de julho, pelas 17 horas, a exposição "Pitum Keil Amaral”, que estará aberta ao público até 31 de agosto de 2026. 

A mostra reúne um conjunto significativo de desenhos, ilustrações e cartoons de Francisco Pires Keil Amaral, conhecido desde a infância por "Pitum”, dando a conhecer uma produção artística desenvolvida ao longo de décadas e até agora, preservada no âmbito privado.

Filho do arquiteto Keil Amaral e da pintora Maria Keil, Pitum cresceu num ambiente profundamente marcado pela criação artística, convivendo desde cedo com algumas das mais importantes figuras da arte portuguesa do século XX. 

Embora tenha escolhido a arquitetura como profissão, atividade que exerceu até aos 75 anos, nunca abandonou a prática do desenho. Dedicou-se à ilustração, ao cartoon humorístico e à criação gráfica, desenvolvendo uma linguagem própria, marcada pela observação, pelo humor e pela sensibilidade artística.

"É com enorme satisfação que o Museu Keil Amaral recebe esta exposição, que revela uma dimensão menos conhecida de Francisco Pires Keil Amaral e valoriza um importante legado artístico e cultural. Trata-se de uma oportunidade para o público descobrir um autor cuja criatividade atravessou diferentes áreas da expressão artística, enriquecendo a programação cultural do nosso concelho", destaca o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, João Azevedo.

Depois do sucesso da exposição comemorativa dos seus 90 anos, apresentada na Galeria da Fábrica de Tapeçarias de Portalegre, em Lisboa, a seleção de obras chega agora ao Museu Keil Amaral, em Viseu.

Mais do que uma retrospetiva, a exposição constitui uma homenagem à geração de artistas com quem Pitum conviveu ao longo da vida, entre os quais Lourdes Castro, René Bértholo, Helena Almeida, João Cutileiro, Bartolomeu Cid dos Santos e António Quadros, evocando a riqueza cultural desse período.


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