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Vereadores Executivos

Dr.ª Leonor Barata

Vereadora


Pelouros: 
Património Cultural, Turismo e Cultura

Leonor Barata nasceu em 1975. É licenciada em Filosofia pela Universidade de Coimbra e completou a pós-graduação em Estudos Artísticos na mesma instituição.

Fez a sua formação em dança, no Fórum Dança (1996 – 1999) em Lisboa.

Desde então divide a sua atividade entre a interpretação, a criação e a pedagogia artísticas.

Como intérprete, destaca os seguintes espetáculos: Cyrano, de Claudio Hochman (1997); Miss Liberty, de Mónica Lapa (1999); Duel, com o Tof Theatre (2000 - 2002); Visitas Dançadas no Museu Nacional Grão Vasco, de Aurélie Gandit (2009-2011); Madame - conversas privadas em espaços públicos com António Alvarenga (2020).

O seu trabalho é extenso na área da Pedagogia Artística, tendo sido colaboradora regular de várias instituições como formadora (Centro Cultural de Belém – CENTA - A Moagem - Centro Cultural Vila Flor, Teatro Viriato), tentando sempre, nestes projetos, o cruzamento das suas áreas de eleição - a filosofia e dança -, fazendo–as comunicar, promovendo o pensamento crítico sobre cada um dos assuntos a desenvolver. Os últimos anos têm sido ocupados com as "Oficinas À Maneira de…” (uma viagem pela história da Dança) e com a oficina "Dança e Filosofia” (promovida pela Companhia Paulo Ribeiro), onde desenvolve conteúdos curriculares da disciplina, explorando alguns mecanismos de composição da Dança Contemporânea.

Acompanhou, no núcleo de Viseu, duas edições do projeto PEDRA com Francisco Camacho e Vera Mantero.

Como coreógrafa criou vários espetáculos para o público jovem: A Menina do Mar (2004), Pretas e Vermelhas Penduradas nas Orelhas (2007), Fios e Labirintos (2010), Azul! (2012) e Ver a Odisseia para chegar a Ítaca (2016), a história das aventuras de Ulisses e Dos Deuses e Amor de Perdição a partir da obra de Camilo Castelo Branco (2021) para o Teatro Municipal são Luiz e outros para público menos jovens Inquietações (2002) / Projeto Poético (2010) e abril 2014 (2014).
 
Foi também responsável pelas visitas guiadas ao Centro Cultural de Ílhavo (Ver os cantos à casa! - 2011), ao Teatro Académico de Gil Vicente (As Histórias do Teatro - 2012) e à Casa-Museu Júlio Dinis (As Pupilas da Morgadinha Inglesa - 2017).

Em 2018, estreou a nova visita ao Museu Nacional Grão Vasco, a convite do Teatro Viriato, em colaboração com o Grupo Dançando com a Diferença: Às Cegas.

Desde essa altura, colaborou com o Grupo Dançando com a Diferença, com a Talkie Walkie no Projeto Reexistir, com a Escola de Dança Lugar Presente, e o LU.CA – Teatro Luís de Camões, entre vários outros projetos pontuais.

Tem dois filhos.

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