MUV BIKE | Consulta Pública | Perguntas Frequentes

Conheça aqui as respostas a algumas das perguntas frequentes no âmbito do processo de consulta pública do MUV BIKE - 1ª Rede Urbana de Ciclovias de Viseu.

 

P: Relativamente aos pontos de ancoragem e estacionamento das bicicletas, tendo, à partida, um ponto de saída e de chegada, está prevista a criação de dispositivos ou equipamentos onde eu possa ancorar a minha bicicleta?

R: Prevê-se, mas ainda não está estabelecido, um máximo de 10 pontos de bike sharing a serem integrados até ao final do projeto. No seu dia-a-dia, as pessoas podem realizar as suas atividades, deixar a bicicleta num destes pontos e, quando regressarem, “apanharem” outra bicicleta, sem ter que passar obrigatoriamente pelo mesmo ponto de bike sharing.

 

P: Haverá utilizadores que não terão a possibilidade de circular em pistas desde que saem de casa, por exemplo. Dado o novo concurso para a rede de transportes públicos, está prevista a possibilidade de transportar a bicicleta nos transportes públicos para que, desta forma, os utilizadores possam alcançar uma zona mais ciclável?

R: Com o desenvolvimento de outra das componentes do MUV, a nova rede de transportes públicos, está prevista a introdução de pelo menos seis autocarros urbanos, a circular de 20 em 20 minutos, que permitirão à população deslocar-se comodamente no interior da cidade, ao contrário do que se verifica atualmente. Numa primeira fase da nova rede de transportes, o caderno de encargos implica que 1/3 dos autocarros sejam novos, o que permite uma integração da mobilidade suave. Desta forma, os utilizadores terão condições e poderão transportar as suas bicicletas nos transportes públicos.

 

P: Na zona de ligação entre a Universidade Católica e a  Loja do Cidadão haverá a possibilidade de circular de bicicleta nas duas vias? Ou se descermos da Católica para o Hospital temos que utilizar a mesma via para subir do Hospital para a Católica? E como vai ser a transição de uma zona de estrada para a ciclovia?

R: A pista ciclável será só de um lado e será partilhada por peões e bicicletas. Neste caso, o passeio terá que ser reperfilado. Ao nível de demarcação da passagem da via para a pista ciclável, esta pode ser feita com uma passadeira, por exemplo, mas isso será algo a ver no projeto de execução.

 

P: Dada a abrangência de escolas e universidades, porque não foi considerada a Escola Secundária Emídio Navarro, onde professores e alunos utilizam a bicicleta?

R: A Escola Emídio Navarro é abrangida pela ciclovia que liga o Parque Urbano da Aguieira ao Fontelo a passar na Rua do Arco, a cerca de 50 metros da entrada da Escola.

NOTA: O Município está a preparar um projeto para integrar o Jardim de Santo António na própria Escola, podendo, nessa fase, estudar a possibilidade de integrar noutros moldes a mobilidade suave.

 

P: No que respeita ao bike sharing, qual o tipo de bicicletas a disponibilizar, elétricas ou normais?

R: Neste campo, está estabelecido que cerca de 20% das bicicletas a disponibilizar sejam elétricas e as restantes ditas “normais”.

 

P: Uma das propostas do Orçamento Participativo tinha que ver com a remoção dos carros do Centro Histórico. Porque não aproveitar as propostas do Orçamento Participativo para tentar transformar o comportamento das pessoas?

R: É uma questão que não pode ser posta em prática no imediato dado que o parqueamento automóvel não está totalmente construído. Aliás, uma das componentes sob a qual o MUV irá atuar é numa rede de parques de estacionamento que permitirá reduzir, progressivamente, o trânsito no Centro Histórico, libertando 5 a 6 praças dessa zona.

 

P: Quem faz uso da sua bicicleta pessoal poderá também utilizar os diversos pontos de aparcamento?

R: Sim, a utilização dos pontos de aparcamento poderá ser feita por pessoas que circulam com a sua própria bicicleta ou que utilizam as disponibilizadas no serviço de bike sharing.

 

P: Na zona da Universidade Católica, as pistas exclusivas serão demarcadas?

R: Sim, no projeto de execução está previsto demarcar claramente as vias dedicadas a bicicletas assim como as partilhadas, com sinalização adequada.