Formulários

Orçamento Participativo alarga prazo de apresentação de propostas até 8 de março

 

O Município de Viseu decidiu alargar o prazo de apresentação de propostas ao Orçamento Participativo, na linha dos Bairros, até dia 8 de março. 

Desta forma, viseenses, visitantes e amigos de Viseu poderão usufruir de mais tempo para apresentar e debater as suas ideias, bem como formular propostas, quer online, em www.viseuparticipa.pt, quer nas assembleias participativas, que continuam a decorrer nas freguesias. 

Recorde-se que, nesta nova edição, o Orçamento Participativo de Viseu apresenta uma dotação financeira global de 300 mil euros, a aplicar em duas linhas distintas: a vertente Jovem Escolar, com um montante de 50 mil euros, e a vertente dos Bairros do concelho, com um valor de 250 mil euros. 

Embora a fase de votação seja universal, para todos, a fase de apresentação de propostas difere nos participantes. No OP Jovem Escolar, apenas os alunos das escolas secundárias, profissionais e superiores participantes podem formular propostas que abranjam um mínimo de duas escolas ou a comunidade de Viseu; já no OP Bairros de Viseu, todos estão convidados a contribuir com as suas ideias para a concretização de projetos em Bairros do concelho que, nesta edição, são o principal foco. 

Também as propostas na área da Inclusão serão valorizadas e preponderantes em fase de eleição dos vencedores. 50 mil euros, do montante global, terão de ser obrigatoriamente aplicados nesta área. 

Com o alargamento do prazo de apresentação de propostas, também a fase de votação sofre alterações, decorrendo entre os dias 6 de maio e 6 de junho. A par da estreia do “Voto Inclusivo”, estarão à disposição os canais de voto já existentes, nomeadamente a plataforma VISEU PARTICIPA, o SMS e as assembleias de voto presencial. 

Toda a informação, inclusive normas de participação, está disponível e em permanência no site www.viseuparticipa.pt.

Escola Ativa leva atividade física aos jardins de infância

Projeto municipal já teve a adesão de 40 estabelecimentos do pré-escolar, num total de 650 crianças. Objetivo é combater a diminuição dos níveis da atividade física nas crianças e jovens

O Município de Viseu apresentou esta segunda-feira o projeto Escola Ativa, que numa fase inicial vai abranger 650 crianças do ensino pré-escolar, de 40 jardins de infância do concelho.

Na apresentação do projeto, que decorreu na Escola Rolando de Oliveira, o Presidente da Câmara Municipal, Almeida Henriques, mostrou-se surpreendido com o número de estabelecimentos que já aderiu ao projeto.

“Estabeleci como meta de arranque a adesão de cinco jardins de infância e a verdade é que já temos esse número quase multiplicado por 10”, regozijou-se o autarca.

Com o Escola Ativa, o Município de Viseu pretende continuar a estimular e a criar oportunidades que promovam a prática de atividade física, enquanto fator promotor de saúde, por todos os segmentos etários da população.

“Queremos combater a diminuição dos níveis da atividade física nas nossas crianças e jovens que, no fundo, acaba por se traduzir num aumento de doenças não transmissíveis, que estão associadas aos estilos de vida como a obesidade, a diabetes do tipo 2 e até determinados tipos de cancros”, explicou.

Desta forma, o projeto que está a ser levado a cabo “assenta numa lógica mais de prevenção”.

Organizado em 6 eixos estratégicos, o projeto avança numa primeira fase com o programa de intervenção psicomotor em coadjuvação com os educadores dos jardins de infância (ano letivo 2018/19) e com os professores do 1º ciclo (a partir do ano letivo de 2019/20).

“Se habituarmos os nossos jovens a partir do pré-escolar a fazer atividade física, vão-se habituar ao longo da vida e vão promover estes objetivos de saúde, mas ao mesmo tempo também vão estimular a sua aprendizagem, porque o desporto é um instrumento fundamental para a promoção da aprendizagem escolar”, concluiu.

Viseu em Madrid à conquista do mercado espanhol

Município em estreia na FITUR, uma das mais importantes feiras de turismo europeias. Mercado espanhol representa 7% do total dos turistas de Viseu

Espanha é um mercado extremamente importante para Viseu – os números atestam-no -, explicando-se desta forma a presença do Município na FITUR – Feira Internacional de Madrid, que decorre na capital espanhola entre os dias 23 e 27 de janeiro.

Viseu apresentar-se-á num stand próprio, onde dará a conhecer os seus atributos em áreas como a gastronomia, os vinhos, o património e a cultura, muito valorizadas pelos turistas espanhóis.

Na apresentação da presença do Município em Madrid, que se realizou esta segunda-feira, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques, lembrou que “são objetivos desta presença pioneira reforçar o posicionamento e a notoriedade de Viseu no mercado turístico ibérico e, por outro lado, avaliar o potencial estratégico daquela que é a maior e mais influente feira de turismo de Espanha”.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística, o mercado espanhol representa 7% do total dos turistas de Viseu e quase 25% do total dos excursionistas estrangeiros no destino.

“Esta opção de promoção no mercado espanhol representa especial relevância e potencial para Viseu, atendendo à sua proximidade geográfica e também às boas acessibilidades”, enfatizou.

Em 2017, Viseu superou o indicador das 200 mil dormidas e terá em 2018 alcançado uma procura turística próximo das 250 mil.

No stand de Viseu terão lugar, todos os dias, experiências de provas gastronómicas, apresentação de roteiros turísticos e da agenda anual de eventos da cidade, animações musicais e de magia e passatempos para prémios, entre outras atividades.

A Feira de São Mateus terá conteúdos em destaque no miniauditório do stand e no handling de informação.

A agenda contará com a presença do Chef Diogo Rocha, Embaixador de Viseu para a Gastronomia, e de diversos parceiros institucionais e empresariais.

Biblioteca Municipal tem nova sala de leitura e estudo

Novo espaço alarga horário de utilização até à meia-noite. Município investiu 300 mil euros na obra

Viseu já tem uma sala de leitura e estudo a funcionar até à meia-noite. O espaço foi inaugurado pelo Presidente da Câmara Municipal, Almeida Henriques, e restante Executivo, esta quinta-feira, 10 de janeiro, na Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva, e representa um investimento 100% municipal na ordem dos 300 mil euros.

A intervenção, que dá resposta à carência existente neste tipo de serviço, sentida sobretudo pela população estudantil, permitiu ampliar a capacidade de utilização do público, com o consequente aumento dos postos de leitura da biblioteca dos adultos.

“Embora esteja aberto para toda a comunidade, o espaço foi pensado para a nossa comunidade escolar, desde o ensino básico ao ensino superior”, destacou o Presidente da Câmara, Almeida Henriques, na sessão de inauguração. A par disso, observou o autarca, “a localização da Biblioteca permite uma grande proximidade a várias instituições”, como a Universidade Católica e a Escola Superior de Saúde, e o próprio centro da cidade, além de estar integrada no circuito que será percorrido pelos miniautocarros que entrarão em breve em circulação no âmbito do MUV - Mobilidade Urbana de Viseu.

O local utilizado para implementar esta ampliação foi o terraço semicoberto da Biblioteca, localizado sobre a biblioteca infantil.

Genericamente, foi construída uma nova sala de leitura, em toda a extensão do terraço, com cerca de 240 m2 de área útil, que disponibiliza entre 74 e 80 lugares sentados.

De segunda a sábado, os serviços da Biblioteca funcionam das 08h30 às 19h00, prolongando-se o serviço da Sala de Leitura e Estudo das 19h00 até às 24h00.

Nos meses de agosto e setembro, o horário da Sala de Leitura prolonga-se de segunda a sexta-feira até às 20h30.

Almeida Henriques fez notar, todavia, que “poderão ser feitos ajustamentos nestas opções”, em consequência da utilização que se venha a registar. Até porque “a entrada autónoma permitirá que a sala funcione fora dos horários habituais da Biblioteca”.

Uma segunda vertente desta intervenção visou a correção das patologias ao nível das paredes exteriores.

Recorde de transações no Centro Histórico em 2018

O Executivo Municipal aprovou esta quinta-feira, 10 de janeiro, a renovação do programa de apoio à recuperação de fachadas de imóveis situados na Área de Reabilitação Urbana. O Município afeta 60 mil euros a este programa, que nos últimos cinco anos permitiu recuperar 131 fachadas, num valor de comparticipação superior a 163 mil euros. Em termos de intervenção, são mais de 28 mil metros quadrados de área de fachadas recuperadas.

“Estes números relevam a dinâmica de requalificação do nosso centro histórico, que vive uma nova fase de regeneração, no sentido de o tornar cada vez mais atrativo”, destaca o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques.

Esta dinâmica reflete-se também no número de transações de imóveis efetuadas desde 2013 – mais de 3 centenas. Em 2018 atingiu o número máximo de 91 transações, o que dá uma média mensal superior a sete. Em termos financeiros, correspondeu a mais de 9 milhões de euros transacionados. O valor global dos últimos cinco anos ascende a mais de 27 milhões de euros.

“Atingimos em 2018 o melhor resultado de sempre em matéria de transações, o que também revela a confiança que os investidores depositam na política de revitalização que definimos para o nosso Centro Histórico”, constata Almeida Henriques.

Importante neste processo de regeneração foi ainda a criação de âncoras funcionais no “coração” da cidade. São disso exemplo a transferência da Escola Profissional Mariana Seixas para a rua Direita, a requalificação das ruas Soar de Cima, Cónego Martins, Almeida Moreira e João Mendes, a unidade de saúde familiar na Casa das Bocas (obra já adjudicada), a requalificação do Orfeão de Viseu, a instalação da futura sede da Águas de Viseu na rua do Comércio ou a criação de residências para estudantes.

O Executivo Municipal aprovou ainda a transmissão da participação social que o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) tem, em nome do Estado Central, na Viseu Novo SRU. Em termos práticos, isso significa que o Município assumirá, na totalidade, a participação social na Sociedade de Reabilitação Urbano, o que continuará a permitir o desenvolvimento da política de reabilitação do Centro Histórico.

Esta decisão carece ainda de aprovação em sessão de Assembleia Municipal.

Freguesias de Viseu, Campo e Côta vencem concurso “Rota dos Presépios de Viseu”

Iniciativa do programa “Viseu Natal” contou com a participação de 22 freguesias 

As freguesias de Viseu (cidade), Campo e Côta foram as grandes vencedoras da segunda edição do concurso “Rota dos Presépios de Viseu”, conquistando o 1º, 2º e 3º lugar, respetivamente. A iniciativa, que integrou a programação do “Viseu Natal”, atribuiu ainda menções honrosas entre o 4.º e o 12.º lugar e prémios de participação. A cerimónia de anúncio dos vencedores teve lugar ontem, 8 de janeiro, nos Paços do Concelho.

Aos vencedores foram atribuídos prémios no valor de 1250 euros (1º lugar), 1000 euros (2º lugar) e 700 euros (3º lugar). As freguesias com menções honrosas receberam um prémio simbólico no valor de 250 euros.

O desafio, lançado pelo Município de Viseu em parceria com as Juntas de Freguesia, teve como objetivos revitalizar a tradição cultural, mas também promover práticas criativas e culturais coletivas na comunidade local, fomentando a identidade do território.

O júri do concurso foi este ano composto pelo historiador e antropólogo Alberto Correia, pelo diretor e fundador do Museu Etnográfico de Silgueiros, António Lopes Pires, e pela artista Vanessa Chrystie.

A criatividade na conceção e nos materiais utilizados, a inclusão de marcas identificativas da freguesia e a inovação introduzida nos materiais utilizados para a produção dos presépios foram alguns dos critérios levados em conta pelo júri.

Município aceita transferência de competências do Estado Central em 4 dos 11 diplomas propostos

Executivo aprova a assunção de competências nos domínios das Lojas do Cidadão e Espaços do Cidadão; na Habitação; na gestão do imobiliário público sem utilização; e na gestão do estacionamento público

No âmbito do conjunto de competências que o Estado Central prevê que venham a ser transferidas para as autarquias locais e comunidades intermunicipais em 2019, o Município de Viseu, disposto a melhorar a gestão territorial e a aumentar a qualidade e quantidade de serviços que presta ao cidadão, decidiu aprovar em reunião do Executivo e, numa fase posterior, colocar à votação em sessão de Assembleia Municipal, a assunção de competências nos domínios das Lojas do Cidadão e Espaços do Cidadão; na Habitação; na gestão do imobiliário público sem utilização; e na gestão do estacionamento público.

“Assumimos estas competências nas quais já temos experiência adquirida pelo desenvolvimento de vários programas municipais”, justifica o Presidente da Câmara Municipal de Viseu.

No pacote de diplomas que o Estado Central quer transferir, desde já, para as autarquias locais e para as comunidades intermunicipais, o Município rejeitou outros sete diplomas, nas áreas da Justiça, gestão de praias fluviais; jogos de fortuna e azar; promoção turística, vias de comunicação; projetos financiados por fundos europeus e captação de investimento; e apoio às associações de bombeiros voluntários.

A indefinição dos valores a alocar a estas áreas e as consequentes responsabilidades a assumir pelo Município e/ou Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões levou o Executivo a rejeitar a assunção dessas competências e a não dar o seu acordo de transferência para a Comunidade Intermunicipal que integramos. “Em relação às transferências para a Comunidade Intermunicipal acresce a falta de discussão e aprofundamento das diferentes temáticas e de uma estratégia concertada”, sublinha o Presidente da Câmara.

Almeida Henriques garante que o Município de Viseu está em “perfeita sintonia em todo o processo” com a Associação Nacional de Municípios Portugueses, designadamente na carta enviada à Assembleia da República em que se “exige ao Governo e aos partidos políticos com assento parlamentar que clarifiquem qual o procedimento legal que garanta o financiamento  do processo de descentralização em curso, devendo esta clarificação ser efetuada antes da publicação e entrada em vigor dos restantes Decretos-lei setoriais”.

“Estaremos sempre dispostos a assumir as competências que nos permitam prestar melhor serviço às populações, em áreas sensíveis e estruturantes como a Educação, cujo diploma ainda não foi publicado, mas não estamos dispostos a passar cheques em branco ao Estado Central”, complementa Almeida Henriques.

Palmeira abatida no Jardim de Santa Cristina

Praga do escaravelho vermelho obriga ao abate de árvore. Medida salvaguarda a segurança pública 

Tendo sido detetada a presença da praga do escaravelho da palmeira (ou escaravelho vermelho), originária de zonas tropicais da Ásia e Oceânia, nas palmeiras do Jardim de Santa Cristina, em 2015, uma empresa especializada procedeu à sua poda terapêutica, a que se seguiram tratamentos mensais com um produto biológico - Palm Control Plus.

De início, as palmeiras reagiram bem ao tratamento, no entanto, no final do verão de 2016, constatou-se que duas das três palmeiras estavam a regredir, pelo que foram abatidas no início do ano passado, permanecendo, todavia, no local uma terceira palmeira.

Agora, atendendo ao risco de queda dessa árvore, também afetada pelo escaravelho da palmeira, o Município de Viseu procedeu ontem ao abate da mesma, como medida de salvaguarda da segurança pública.