PARTILHAMOS… NOVEMBRO

Setor Adulto

João Tordo e a Felicidade na escrita

João Tordo nasceu em Lisboa, a 28 de agosto de 1975.

Formou-se em Filosofia e estudou jornalismo e escrita criativa, em Londres e Nova Iorque.
Da sua tendência para a introspeção, desde criança, surgiu a necessidade de se refugiar na escrita.
Em 2004 estreou-se na literatura com o romance O livro dos homens sem luz.

A obra As três vidas valeu-lhe o Prémio Literário José Saramago, em 2009. Em 2014 recebeu o Prémio GQ-Man of the Year, na modalidade Literatura.
A sua obra conta já com dezasseis livros publicados, catorze deles romances.

Trabalha também como cronista, tradutor, guionista e formador em workshops de escrita criativa.
Em Felicidade, João Tordo marcou o seu regresso ao romance, elegendo esta obra como a sua preferida. Romance de ironia e de humor, de remorso e de melancolia, aborda temas como o amor e a morte, à semelhança de uma tragédia grega.

“Escrever um romance é uma espécie de ato de equilibrismo. Uma pessoa tem os pratos todos a rodar ao mesmo tempo e tenta segurá-los.
- E o que são os pratos?
“São as várias linhas narrativas, as personagens, tudo o que está ali dentro e que precisa de ser levado até ao final, sem deixar cair.”

João Tordo

 

Setor infantil e juvenil 

Roald Dahl – 30 anos depois

Roald Dahl, nascido em 1916 e falecido em 1990, foi um escritor britânico, filho de noruegueses. Atingiu      notoriedade na década de 1940 pelas suas obras para adultos e crianças e tornou-se um dos escritores mais aclamados do mundo, traduzido em várias línguas. É conhecido principalmente pelos seus livros infantis e várias das suas obras foram adaptadas ao cinema.

A mensagem mais comum nas histórias de Dahl é: Miúdos, o mundo é cruel mas vocês vão ter de aprender a sobreviver e a divertir-se apesar de tudo.

O seu primeiro livro para crianças, Os Gremlins, foi publicado em 1943. Seguiram-se outras obras como A fantástica fábrica de chocolateMatilda e o pêssego giganteO fantástico Senhor RaposoAs BruxasOs IdiotasO remédio milagroso de George.

“As crianças encontram nele alguém que sente como elas, que as valoriza e estimula, já alguns adultos veem a sua autoridade posta em causa, não toleram o humor negro com que são por vezes descritos.” – Luísa Ducla Soares

                                                                           

Setor Multimédia: cinema

Alfonso Arau

 

  

Alfonso Arau, ator e diretor de cinema nascido em 1932 na Cidade do México.

Estreou-se como ator em 1954, numa comédia de Fernando Cortés, tendo participado posteriormente em vários filmes mexicanos. Em 1969 estreou-se como realizador em El Águila Descalza, pelo qual ganhou o prémio equivalente ao Óscar. Seguiram-se vários filmes sob a sua realização. Chegou a vez de Como água para chocolate, em 1992, uma adaptação do livro de Laura.
 
Esquível, então sua mulher, filme que lhe valeu vários prémios e a nomeação para o BAFTA de Melhor Filme Estrangeiro. Como água para chocolate trouxe-lhe reconhecimento internacional, o que lhe permitiu três anos depois realizar A walk in the clouds, o seu primeiro filme feito em Hollywood, em que participaram Anthony Quinn e Keanu Reeves.

 

 

Setor Multimédia: Musica

Leo Brouwer

Juan Leovigildo Brouwer Mezquida, mais conhecido por Leo Brouwer, compositor, guitarrista e maestro da Orquestra de Cuba, nasceu em Havana, em 1939.

Atraído pelo flamenco e por influência de seu pai, médico e guitarrista aficionado, Brouwer recebeu sua primeira aula formal de guitarra aos 13 anos do notável guitarrista e pedagogo cubano Isaac Nicola. Tocou o seu primeiro recital aos 17 anos, e as suas composições Prelude (1956) e Fuga (1959), ambas influenciadas por Bartók e Stravinsky, chamaram a atenção de músicos mais experientes. Viajou para os Estados Unidos para estudar música na Universidade de Hartford e mais tarde na Juilliard School.
Foi o responsável por toda a banda sonora do filme Como agua para chocolate (1993), onde realizou uma tournée com o restante elenco por todos os Estados Unidos da América e ganhou fama internacional nesse ano ao vencer o prémio Ariel de Música de Melhor Argumento Original e o Grémio Latino.

 

 

Setor Multimédia: personagem cinéfila de….Roald Dahl

O remédio Milagroso de George

 

 

De entre as histórias para crianças de Roald Dahl, é a vez de destacar O remédio milagroso de George, publicado em 1981.

 

Não conheço nenhuma vida que possa ser comparada com a pura imaginação. Viva lá, você estará livre se realmente quiser ser alguém”

Roald Dahl