8.3.3.4 | Estacionamento junto à Calçada do Viriato

 

Dos dois lados da Calçada do Viriato existem dois espaços interiores, remanescentes, que constituem dois espaços verdes de enquadramento, privados, com alguns elementos arbóreos de relevo.
Dada a morfologia do terreno, em socalcos, apresenta potencialidades para a construção, e com a possibilidade de os aproveitar para , mantendo os maciços arbóreos, criar um novo espaço público, com algum equipamento de apoio ao turismo, e de, articulando-se através de elevador, passadiço ou ponte pedonal, ao jardim da Casa do Miradouro, ou ao elevador, já existente.

 

Fig. 8.17   Fig. 8.18

Fig. 8.17 e 8.18 | Calçada de Viriato

 

 

8.3.3.5 | Estacionamento por Reutilização do Edificado e Pátios Interiores

 

Uma outra forma, existente e passível de dotar o Centro Histórico de mais estacionamento é a reutilização de algum edificado na envolvente periférica, transformando-o em pequenas bolsas de estacionamento colectivas, solução utilizada na zona do Castelo em Lisboa.
Dentro do Centro Histórico aponta-se para a reabilitação de fachadas de forma a incluir algum estacionamento privado.

 

Fig. 8.19

Fig. 8.19 | Sistema Modular de Estacionamento

 

 

A abertura de passagens pontuais para o interior dos quarteirões, com a necessária renovação da ocupação actual, será uma outra acção complementar. Entenda-se que esta actuação exige uma operação global de quarteirão, geralmente lineares e estreitos.
A actual zona de estacionamento, parque ao ar livre, junto à rua Capitão Silva Pereira, é um espaço com toda a potencialidade de reabilitação e enquadramento, introduzindo elementos arbóreos à magnífica vista que se tem sobre o conjunto monumental da Sé. A dimensão da área permite a criação de espaço habitacional e/ou equipamentos colectivos, espaços pedonais com algumas esplanadas integradas nas zonas verdes.

 

Fig. 8.20

Fig. 8.20 | Parque de Estacionamento junto à Rua de Gonçalinho, a reabilitar

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